quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Margem Sul

Hoje dediquei parte do meu almoço ao alimento da alma. Por largos momentos, preenchi o meu cérebro vazio de nostalgia vinda do outro lado. Todos os meus pensamentos tinham apenas um objectivo, um ou vários momentos. Estive impenetrável na razão. Impenetrável no meu ser.

Todos nós deveríamos de parar de quando em vez. Parar não significa morrer, apenas reviver para reaprender a viver. Há momentos no entanto que sucumbimos ao vazio da imensidão de sons e cores que se atravessam no nosso caminho.

 Lá longe, do outro lado, para lá da imensidão molhada, sentimentos misturam-se suavemente com suor molhado. Lá, onde estão todas as fontes de desejo mais profundas...

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Especificidades informáticas...


Está um gajo muito bem a produzir, quando aparece uma mensagem destas... Isto sim, é anti-produtivo. Um gajo bem se quer concentrar, mas acaba por ficar a olhar com cara de parvo!!!

LOL

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Concentração precisa-se...

Não sei se será por ser quarta-feira, mas hoje o dia está a custar a passar comó-caraças.

 Tou com uma soneira que nem posso. Cheguei tarde, almocei demorado e vou sair cedo. Pelo menos, sairei com a consciência que pelo menos por um dia vou ter uma produtividade igual à do país onde vivo.

 Pelo menos o passeio da hora de almoço junto ao rio, foi extremamente agradável. Como é bom andar pelo Parque das Nações, num dia de Inverno, ao sol... com os pensamentos a vaguear pelo além...

Ai!!! Ainda tenho coisas para trabalhar!!!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Haja justiça...

Que é bonitinho por fora já nós sabemos. Mas então e por dentro? É bonito sim senhor. Tão bonito que até dá pena tanta falta de justiça que se vive ali dentro.

 Hoje estive lá. Estive, sim senhor. Estive porque as Finanças acham que esta é a melhor forma de obter cerca de cinco euros que indicam que lhes devo. Isto já incluindo dois anos de juros. Uma verdadeira fortuna.... sobretudo se considerarmos que nada devo.

Como estes senhores foram teimosos ao passar dois anos a mandarem notificações, deixei-as chegar, tendo pena apenas das árvores mal tratadas para que obtivessem o papel para me notificar. Agora quase vinte e quatro notificações depois, resolveram enviar-me a tribunal. Fui, mostrei o comprovativo que já estava pago há mais de dois anos...

 Conclusão. Sorri. E perguntei-lhes se sabiam se o valor gasto em notificações teria compensado, mesmo que ainda estivesse em falta. A resposta foi clara... - "Não olhamos a fundos para recuperar o que nos é devido". Perante isto... fiquei sem argumentos e saí...

A este tudo de novo...

Hora aqui está uma viagem mais perto e talvez tão agradável como a anterior. Afinal, para ser agradável, basta saber que andamos a viajar. Assim, vou aqui guardar este caminho para mais tarde executar...

Cinzento Europeu...